
Espero pela hora do almoço. Dizem-me do modernismo ou do tempo em que se desejavam menos clichés sobre as coisas. Da inutilidade da literatura com leitores académicos, do fundo dos poços, dos bancos americanos pós sub prime, do dinheiro que se transforma em milagres pagos. Com os anos vamos aperfeiçoando a visão do modernismo, como que fugindo para a verdade das possibilidades, sabendo quase nada e desejando muito pouco.
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